Pular para o conteúdo principal

Soberano Arbítrio

Tu, meu filho Salomão, conhece o Deus de teu pai e serve-o de coração íntegro e alma voluntária; porque o Senhor esquadrinha todos os corações e penetra todos os desígnios do pensamento. Se o buscares, ele deixará achar-se por ti; se o deixares, ele te rejeitará para sempre. Agora, pois, atende a tudo, porque o Senhor te escolheu para edificares casa para o santuário; sê forte e faze a obra.

1 Crônicas 28:9-10

Neste texto temos uma mistura interessante da “soberania” de Deus e o “livre arbítrio” do homem. Davi, no final do seu reinado, está convocando e mandando seu filho Salomão, e o instruindo em como ele deve servir a Deus e ser usado para construir o Templo que Davi foi proibido a edificar. O comando é forte mas não tão seguro como um verbo no tempo passado. Davi quer que seu filho realize tudo que ele está falando mas no final  o rei atual não tem controle total sobre o assunto. 

O aspecto crucial, do relacionamento entre Davi e seu filho, será que Salomão conhece e serve, de todo o coração íntegro e alma voluntária, o Deus do seu pai. A razão desta ordem é que o Senhor, numa maneira íntima e indicada pelas palavras, “esquadrinha” e “penetra”, sabe tudo sobre todos, ambos de coração e alma. 

Se isso não fosse prova suficiente da soberania de Deus olhe na próxima sentença onde Davi fala, “Agora, pois, atende a tudo, porque o Senhor te escolheu para edificares casa para o santuário; sê forte e faze a obra.” A essência desta sentença é, “Preste atenção em Tudo pois na mente de Deus, este Templo já é uma obra feita e é você que vai fazer.”

Salomão tinha uma escolha? Sim, ele ia seguir as instruções do seu pai e ver o Templo construído e dedicado durante seu reinado. Ele estava exerciando “livre arbítrio”? Com certeza, na mente dele sim. Porem, no final das contas, Deus estava dirigindo toda parte desta história, pois no final o Templo seria construído, dedicado e se cheio da Glória do Deus soberano.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A Lição de Massá e Meribá

 O povo, fresco da libertação do perigo do exército de Faraó, tinha sede, e se achava num lugar onde não tinha água. Numa situação dessa, reclamar parece razoável. AONDE duas milhões de pessoas iam achar água nesse lugar deserto? O SAAE não existia e não havia encanador por perto. Qual era a ideia para sassiaer tão grande sede? Esta situação era uma prova. O povo tinha que depender totalmente em Deus. Não havia outra solução. Moisés era o representante de Deus entre o povo. Então o povo veio reclamar ao em vez de pedir com esperança.  Essa atitude deles mostrou que, além de ver tantos milagres nos últimos dias eles não acreditaram em Deus. Você consegue imaginar algo assim?  Então, o que aconteceu? Deus mandou Moisés levar alguns dos líderes fora do acampamento, dizendo que estaria esperando eles numa Rocha. Quando Moisés e turma chegaram, Deus mandou Moisés bater na Rocha e ela jorrou água suficiente pra todo mundo. Fim da prova e povo feliz. Certo? Nenhum pouco. Moisés ...

Quem é Culpado?

Nos dias em que julgavam os juízes, houve fome na terra; e um homem de Belém de Judá saiu a habitar na terra de Moabe, com sua mulher e seus dois filhos. Este homem se chamava Elimeleque, e sua mulher, Noemi; os filhos se chamavam Malom e Quiliom, efrateus, de Belém de Judá; vieram à terra de Moabe e ficaram ali. Morreu Elimeleque, marido de Noemi; e ficou ela com seus dois filhos. (Rute 1:1-3) Um desastre “natural” fez uma família sair do seu país e ir para a terra de inimigos para começar uma nova vida. Planos assim geralmente não vem de repente ou sem muitos pensamentos e preocupações. Todavia o que não fez parte dos planos era a morte do pai da família. Com certeza ele tinha boas intenções para ajudar sua família nesta terra nova porem não deram certo seus planos e ele foi removido da cena. Passariam dez anos e a Noemi perderia os seus dois filhos também. Será que ela ficou preocupada? Claro que sim. Ela perdeu o chão. E sabe quem ela culpou? DEUS!! Ela usou o nome de Deus...

Jesus nunca perde!

João 6: 37-39 diz: "Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora. 38 Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou. 39 E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia.  Outro dia, um amigo me fez uma pergunta sobre 2 Pedro 3: 9 que diz: "Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.    O comentário do meu amigo foi mais ou menos assim: "você não vê? Deus quer que todos sejam salvos!" Ele prosseguiu dizendo: "Veja João 3:16 Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.'" De novo, meu amigo. apelo era para a palavra "quem quer qu...