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Arqueiro

O arco dos fortes é quebrado,
porém os débeis, cingidos de força. 
1 Samuel 2:4

Arco, na época da Ana, era a arma dos potentes. Ainda hoje não é brinquedo nas mãos do experiente. O Arqueiro é a prova disso. Esse cara quase nunca perde quando ele aponta suas flechas. Ele é super rápido e preciso dentro da largura de um fio de cabelo. Suas habilidades são incríveis. Ele me faz querer brincar com um arco e algumas flechas. O Arqueiro parece ter bons motivos, mas no final de cada episódio alguém sempre está morto com uma, duas ou mais flechas no seu corpo. Ele é um Robin Hood mortal! Não o faça errado ou você estaria morto.

Ana, no seu cântico, destaca o ponto fraco do Arqueiro, o arco quebrado. Ela também poderia ter dito, "...e a flecha torta...", pois se qualquer um dos dois estiver com problemas o Arqueiro está morto ao em vez da sua caça.  Ana era experta. Como essa mulher nos espanta com seu conhecimento. Ela aprendeu por experiência própria através dos anos de perseguição.

Eu estou supondo que você nunca usou um arco ou flechas. Você, no entanto, tem usado palavras ásperas. Talvez até tão recentemente como hoje. Essas ferramentas brutais escorregam dos seus lábios com a facilidade usada pelo Arqueiro. Elas são rápidas e mortais. E muitas vezes nossos objetivos parecem bons, e então deixamos nossas flechas voar. Estamos tão acostumados a usar nossas palavras como armas que nem sequer pensamos muito sobre como elas são percebidas ou recebidas. Podemos ferir outras sem muita conseqüência para nós mesmos. Pelo menos é isso que pensamos. No entanto, com esse pensamento, esquecemos a declaração anterior da Ana que diz, "o Senhor é o Deus da 
e pesa todos os feitos na balança" (v2).

Palavras, como flechas, podem ferir mortalmente. Elas podem deixar uma ferida duradoura. Eu sei que você pode se lembrar de palavras cruéis que foram usadas contra você.

Suas palavras têm peso. Esse peso pode ser bom ou ruim. Deus será o juiz. Você, no entanto, pode começar a pesar suas próprias palavras. Você pode começar hoje. "Como posso mudar?" pode-se dizer.

Experimente estas ideias hoje:
  1. Perceba que você não precisa falar rapidamente. Você não precisa ser o primeiro a falar. Na verdade, você deve pesar suas respostas. Lembrando que, no final, Deus fará exatamente isso. Ele vai pesar o que você tem dito. Lembra o que disse Salomão em Provérbios 12:18 Há palavras que ferem como espada, mas a língua dos sábios traz a cura.
  2. Pense antes de falar. Esta é sempre uma boa ideia. Isso lhe dá uma chance de corrigir o seu discurso errado antes dele escapar sua boca. Lembra o que o Tiago falou em seu livro capítulo 1:19,20 Meus amados irmãos, tenham isto em mente: Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se, pois a ira do homem não produz a justiça de Deus.
  3. Pense sobre como suas palavras mudariam se fosse você quem as estava recebendo. Olhe no espelho e diga o que você pensou em dizer a outra pessoa. Isso mudaria sua perspectiva e suas palavras. Faça o que Jesus mandou em Mateus 7:12 ...em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles façam a vocês...
  4. Use mais elogios e menos críticas. É tão fácil ser crítico e tão difícil de dar um elogio. Mas pense como seu mundo mudaria se você receberia mais elogios do que palavras ruins. Você não se sentiria abençoado? Experimente essa dica. Você vai começar a receber palavras gentis, e você vai gostar delas. A resposta calma desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira. (Provérbios 15:1).
  5. Por último, lembre-se da última frase do verso acima. "Porem os débeis, cingidos de força". Ana não disse estas palavras por acaso. Ela sabia, como uma pessoa fraca, ela podia confiar no Deus verdadeiramente forte para ajudá-la. Quando usamos nossas próprias palavras para ser fortes, roubamos nossa força da mão de Deus. Não é que Deus possa ser roubado, porque Ele será o nosso juiz. É só que roubamos nossa própria benção de dependência nEle. Você não pode conquistar seus inimigos, mas Deus pode. Confiar nele e usar a Sua Palavra. Ela nunca perde o seu alvo. Como disse o profeta Isaías em 55:11, assim também ocorre com a palavra que sai da minha boca: ela não voltará para mim vazia, mas fará o que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei.

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